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I Colóquio Brasileiro de Arquivologia e Edição Musical


Entre os dias 18 e 20 de julho de 2003, aconteceu em Mariana (MG) o I Colóquio Brasileiro de Arquivologia e Edição Musical. No encontro, especialistas discutiram o tema: "Perspectivas metodológicas da arquivologia e da edição musical no Brasil".







Entre os dias 18 e 20 de julho de 2003, aconteceu em Mariana (MG) o I Colóquio Brasileiro de Arquivologia e Edição Musical. No encontro, especialistas discutiram o tema: "Perspectivas metodológicas da arquivologia e da edição musical no Brasil".

 

O evento foi realizado no Auditório do Colégio Providência e promovido pela Coordenadoria de Cultura e Artes da UNI-BH, pela Secretaria da Cultura do Estado de Minas Gerais e pela Fundação Cultural e Educacional da Arquidiocese de Mariana, com apoio do Santa Rosa Bureau Cultural.

 

Aqui voc√™ encontrar√° todas as informa√ß√Ķes sobre este importante evento, que surgiu em decorr√™ncia das reflex√Ķes metodol√≥gicas feitas no projeto Acervo da M√ļsica Brasileira ‚Äď Restaura√ß√£o e Difus√£o de Partituras.

 

Essas reflex√Ķes foram feitas nas duas √°reas do projeto: reorganiza√ß√£o/cataloga√ß√£o e edi√ß√£o. Elas partiram da seguinte constata√ß√£o: no in√≠cio do projeto, havia sido realizada uma recep√ß√£o e atualiza√ß√£o metodol√≥gica por parte dos membros da equipe, o que representa o estudo e aplica√ß√£o, mesmo que seletiva, de uma metodologia internacionalmente consagrada.

 

Durante o projeto, entretanto, constatou-se que o próprio trabalho gerava um desenvolvimento metodológico, visando a solução de problemas não contemplados pela metodologia internacional.

 

Foi, portanto, a reflexão sobre essa atualização e desenvolvimento metodológico, que motivou o lançamento do Colóquio, cujo objetivo foi ampliar a discussão sobre essas duas possibilidades de modernização das áreas de arquivologia e edição musical no Brasil.

 

Em dezembro de 2004, foi lan√ßada a publica√ß√£o Anais do I Col√≥quio Brasileiro de Arquivologia e Edi√ß√£o Musical, organizada pelo Professor Paulo Castagna, com a edi√ß√£o de todos os textos apresentados pelos especialistas participantes. Esta publica√ß√£o escontra-se dispon√≠vel no Museu da M√ļsica de Mariana.

 

APRESENTAÇÃO

 

De acordo com o historiador Roberto Schwarz, da Universidade de S√£o Paulo, a cultura brasileira possui uma caracter√≠stica comum √† de outras regi√Ķes do terceiro mundo, as quais deliberadamente assumem um papel perif√©rico no pensamento cient√≠fico, principalmente em rela√ß√£o √†s ci√™ncias humanas: nossos modelos metodol√≥gicos n√£o se estabelecem pela reflex√£o sobre os antigos modelos aqui usados ou pelo seu esgotamento, mas sim pelo surgimento de novos modelos no primeiro mundo, recebidos quase sempre de forma compuls√≥ria. Assim, muitas vezes o pesquisador sente-se obrigado a abandonar suas linhas de pensamento, n√£o porque estas se mostram inadequadas, mas apenas porque n√£o fazem mais parte da moda atual na Europa, no Canad√° ou nos Estados Unidos.

 

Paralelamente, muitos de n√≥s nos recusamos a aceitar novos princ√≠pios metodol√≥gicos surgidos no cen√°rio internacional, seja por quest√Ķes nacionalistas, por acanhamento, pela desinforma√ß√£o, ou at√© mesmo pela falta de interesse, que √†s vezes aparece associada √† dificuldade em participa√ß√£o de debates e eventos cient√≠ficos da √°rea.

 

Por essa raz√£o, creio ser fundamental, al√©m de uma atualiza√ß√£o e uma recep√ß√£o metodol√≥gica cr√≠tica, em rela√ß√£o √† musicologia internacional, um efetivo desenvolvimento metodol√≥gico ligado √†s quest√Ķes musicol√≥gicas surgidas no Brasil, procurando-se refletir sobre os problemas e solu√ß√Ķes j√° levantados nessa √°rea em trabalhos brasileiros, mas tamb√©m apontar solu√ß√Ķes para os nossos atuais problemas, em lugar de esperar que nos sejam oferecidas solu√ß√Ķes prontas.

 

Uma solução pronta, externa ao problema, é sempre uma faca de dois gumes: evita o trabalho de reflexão sobre esse problema, porém leva o pesquisador a pensar por intermédio de outrem. Utilizando-se um exemplo simplista, a solução pronta pode ser comparada às frases em idiomas estrangeiros, previamente formuladas para que os turistas possam se orientar fora de seus países de origem. Certamente possuem utilidade e economizam um tempo considerável, mas não permitem que o turista formule seus próprios pensamentos ou expresse suas próprias idéias no idioma em questão, apenas reproduzindo o que o autor das frases projetou.

 

Este I Col√≥quio Brasileiro de Arquivologia e Edi√ß√£o Musical, cujo tema √© "perspectivas metodol√≥gicas da arquivologia e da edi√ß√£o musical no Brasil", est√° voltado, portanto, ao desenvolvimento metodol√≥gico de tais atividades, apresentando-se como o primeiro evento cient√≠fico brasileiro dessas duas √°reas. Dezenove anos depois do primeiro evento relacionado √† musicologia em Mariana - o I Encontro Nacional de Pesquisa em M√ļsica (1 ¬ļ a 4 de julho de 1984) - n√£o se pode deixar de reconhecer a pioneira iniciativa da Coordenadoria de Cultura e Artes da UNI-BH, da Secretaria da Cultura do Estado de Minas Gerais e da Funda√ß√£o Cultural e Educacional da Arquidiocese de Mariana, para reunir aqui vinte e um especialistas de seis estados brasileiros, esperando-se que este col√≥quio possa ser continuado e at√© ampliado nos pr√≥ximos anos. Louve-se, tamb√©m, a participa√ß√£o do Santa Rosa Bureau Cultural na impress√£o dos anais do evento (que ser√£o lan√ßados no in√≠cio do pr√≥ximo ano), o qual manifesta sua satisfa√ß√£o em poder realizar um projeto dessa natureza e dimens√£o. Sem a publica√ß√£o dos anais, as contribui√ß√Ķes deste col√≥quio correriam o risco de se perder no tempo e no espa√ßo.

 

Quanto às atividades sobre as quais refletiremos nestes dias, é importante que sejam previamente situadas em um cenário mais amplo. A musicologia compreende uma série de disciplinas ou vertentes metodológicas, cuja divisão nem sempre é consensual, mas que está principalmente representada pelas seguintes:

  1. Método histórico
  2. Método teórico e analítico
  3. Crítica textual
  4. Pesquisa arquivística
  5. Lexicografia e terminologia
  6. Organologia e iconografia
  7. Pr√°ticas interpretativas ( performing practice )
  8. Estética e crítica

 

O terceiro item - a crítica textual - envolve várias atividades já existentes desde o século XIX, como paleografia (deciframento da escrita manual), a diplomática e bibliografia (estudo das formas de apresentação de manuscritos e impressos), a editoração e colação (identificação de erros e reconciliação de variantes), além de outras surgidas no século XX, como o estudo de técnicas de impressão, de fabricação de papel, iluminação de livros, etc.

 

Entre as ci√™ncias inclu√≠das no conceito de cr√≠tica textual est√£o os princ√≠pios de edi√ß√£o musical. A metodologia dessa √°rea come√ßou a ser discutida no final do s√©culo XIX, em torno das edi√ß√Ķes completas de Bach, Palestrina e das antigas vers√Ķes de canto gregoriano pela Abadia de Solesmes. Refletindo essa tend√™ncia, edi√ß√Ķes acad√™micas come√ßaram a surgir no Brasil ainda na primeira metade do s√©culo XX, por√©m, uma reflex√£o metodol√≥gica precisou aguardar at√© o final desse s√©culo para ser iniciada.

 

Paralelamente, outra atividade anexa √† cr√≠tica textual √© a elabora√ß√£o de invent√°rios e cat√°logos de fontes musicais prim√°rias. A figura pilar dessa tend√™ncia foi Robert Eitner (1832-1905), que publicou v√°rios cat√°logos e invent√°rios musicais no Monatschefte f√ľr Musikgeschichte (1869-1904) e que apresentou o resultado de seu vasto conhecimento acerca dos arquivos europeus na obra em 10 volumes Biografisch-bibliographisches Quellen-Lexicon der Musiker und Musikgelehrten der christlichen Zeitrechnung bis zur Mitte des 19. Jahrhunderts (1900-1904). Os ideais lan√ßados por Eitner nesse grande trabalho auxiliaram as pesquisas de estudiosos da m√ļsica por quase um s√©culo e ainda est√£o vivos sob a moderna forma do R√©pertoire International des Sources Musicales (RISM). No Brasil, essa disciplina come√ßou a ser praticada a partir de um enfoque propriamente musicol√≥gico por Cleofe Person de Mattos na d√©cada de 1960 e foi seguida por v√°rios outros pesquisadores, mas at√© recentemente n√£o gerou discuss√Ķes e reflex√Ķes cr√≠ticas que permitissem o desenvolvimento dos crit√©rios metodol√≥gicos adotados.

 

Foi somente no √ļltimo ano do s√©culo XX que surgiram as mais importantes reflex√Ķes metodol√≥gicas brasileiras nessas duas √°reas, com os trabalhos de Carlos Alberto Figueiredo e Andr√© Guerra Cotta: uma uma tese de doutorado e uma disserta√ß√£o de mestrado, respectivamente, na Uni-Rio e na UFMG. Figueiredo estudou a terminologia da √°rea, substituindo antigas designa√ß√Ķes como restaura√ß√£o musicol√≥gica , levantamento da partitura , partitura√ß√£o e outras por edi√ß√£o , al√©m de estabelecer os principais troncos metodol√≥gicos dessa atividade. Cotta, por sua vez, deu a uma √°rea que sequer tinha nome no Brasil, a inovadora designa√ß√£o arquivologia musical , trazendo para o pa√≠s os complexos procedimentos criados pelo RISM, mas tamb√©m realizando importantes reflex√Ķes nessa √°rea.

 

Esses dois trabalhos inauguraram uma nova fase da arquivologia e da edi√ß√£o musical no Brasil, inspirando as bases te√≥ricas do projeto Acervo da M√ļsica Brasileira - Restaura√ß√£o e Difus√£o de Partituras, da Funda√ß√£o Cultural e Educacional da Arquidiocese de Mariana, financiado pela Petrobras e administrado pelo Santa Rosa Bureau Cultural (Belo Horizonte - MG). O presente col√≥quio, que tamb√©m √© uma conseq√ľ√™ncia desse desenvolvimento metodol√≥gico, est√° destinado n√£o a por em pr√°tica as novas id√©ias levantadas por esses autores, como ocorreu no citado projeto, mas a refletir sobre os problemas da √°rea, tanto antigos quanto atuais, contribuindo para o surgimento de solu√ß√Ķes que permitam a efetiva participa√ß√£o dos pesquisadores como pensadores de nossa cultura musical.

 

Ao final deste I Col√≥quio Brasileiro de Arquivologia e Edi√ß√£o Musical, que realmente espera-se n√£o seja o √ļnico, perceberemos o quanto  √© importante a reflex√£o sobre nossas atividades cient√≠ficas. Mas gostaria de lembrar que v√°rios de n√≥s assinamos uma das conclus√Ķes do IV Encontro de Musicologia Hist√≥rica (Juiz de Fora, 2000), que possui o seguinte teor: " √Č fundamental a amplia√ß√£o dos eventos ligados √† musicologia no Brasil, visando consolidar a pesquisa musicol√≥gica como uma atividade eminentemente cient√≠fica e proporcionando o aprimoramento e a reciclagem dos pesquisadores j√° atuantes, bem como o est√≠mulo aos pesquisadores iniciantes. "

 

De fato, creio ser imprescind√≠vel a cria√ß√£o de novos eventos cient√≠ficos na √°rea de m√ļsica, al√©m da manuten√ß√£o e fortalecimento daqueles que j√° existem. Tais eventos podem ser nacionais, regionais ou universit√°rios e caracterizarem-se como congressos, simp√≥sios, col√≥quios, encontros, semin√°rios, ciclos, etc., desde que contribuam para o desenvolvimento metodol√≥gico da musicologia. Os congressos bienais da ANPPOM, embora fundamentais, j√° n√£o atendem mais √† demanda musicol√≥gica brasileira e devem ser encarados como excelentes oportunidades para contato com as mais diversas tend√™ncias da pesquisa em m√ļsica no Brasil. O desenvolvimento da musicologia brasileira, no entanto, requer a exist√™ncia de eventos mais espec√≠ficos, mais localizados e mais freq√ľentes.

 

√Č necess√°rio, por√©m, que essa proposta n√£o permane√ßa somente na inten√ß√£o e no discurso. Temos a efetiva responsabilidade de realizar essa tarefa, em lugar de assistir ao enfraquecimento e morte dos poucos eventos especificamente musicol√≥gicos que ainda existem no pa√≠s, lamentando-se a extin√ß√£o do Simp√≥sio Latino-Americano de Musicologia, por√©m louvando o esfor√ßo do Centro Cultural Pr√≥-M√ļsica de Juiz de Fora, na manuten√ß√£o do Encontro de Musicologia Hist√≥rica, que agora caminha para sua sexta edi√ß√£o.

 

Esta √© a minha d√©cima participa√ß√£o na coordena√ß√£o de evento cient√≠fico na √°rea de m√ļsica no Brasil, o oitavo com a publica√ß√£o de Anais. Sinto-me, assim, realizando uma tarefa que julgo importante para o desenvolvimento metodol√≥gico na musicologia brasileira e espero ainda poder participar de outras iniciativas nesse sentido. Mas √© fundamental que outras pessoas tamb√©m integrem a luta para a cria√ß√£o de novos eventos cient√≠ficos, aproveitando a oportunidade para conclamar os colegas ligados √†s organiza√ß√Ķes culturais, √†s institui√ß√Ķes de ensino e pesquisa, √†s academias de m√ļsica, √† Sociedade Brasileira de Musicologia e a outras institui√ß√Ķes de car√°ter cient√≠fico ou acad√™mico, para engrossar o coro dos que desejam o desenvolvimento da musicologia brasileira pelo debate, pela reflex√£o, pela produ√ß√£o e, sobretudo, pela √©tica.

 

Para a realiza√ß√£o deste col√≥quio foi necess√°rio um esfor√ßo muito grande, sobretudo em fun√ß√£o da pressa com a qual foi organizado, agradecendo-se, portanto, o empenho de todas as entidades e pessoas envolvidas, particularmente os que aqui est√£o, mas tamb√©m √† solicitude dos convidados que aceitaram uma participa√ß√£o com um pequeno tempo para a elabora√ß√£o de seus trabalhos e ao interesse de todos os inscritos, que esperamos estimular por meio de nossas reflex√Ķes.

 

Justamente por esse esfor√ßo, gostaria finalmente de registrar que nem todos os convidados tiveram condi√ß√Ķes de aceitar uma participa√ß√£o neste evento, destacando-se as aus√™ncias de Mercedes de Moura Reis Pequeno (ABM), Carlos Alberto Figueiredo (Uni-Rio), Lorenzo Mammi (USP), Mary √āngela Biason (Museu da Inconfid√™ncia de Ouro Preto), Lenita Puppo Nogueira (UNICAMP), R√©gis Duprat (UNAERP), Marta Melga√ßo (UFMG) e Odette Ernst Dias. Desejo a todos uma boa participa√ß√£o, um salutar debate e uma estimulante troca de informa√ß√Ķes, id√©ias e experi√™ncias, al√©m da √≥tima oportunidade de rever os amigos e conhecer outras pessoas com interesses comuns.

 

Paulo Castagna . Organizador do I Col√≥quio Brasileiro de Arquivologia e Edi√ß√£o Musical e coordenador t√©cnico do projeto Acervo da M√ļsica Brasileira - Restaura√ß√£o e Difus√£o de Partituras.

 

PARTICIPANTES E TRABALHOS APRESENTADOS

 

Arquivos de m√ļsica religiosa e de bandas de m√ļsica
Aluízio José Viegas
Orquestra Lira Sanjoanense, S√£o Jo√£o Del Rei, MG.

 

Digitaliza√ß√£o e edi√ß√£o de obras do acervo de manuscritos da Biblioteca Alberto Nepomuceno da Escola de M√ļsica da UFRJ
André Cardoso
Escola de M√ļsica da UFRJ. Rio de Janeiro, RJ.

 

A descrição e a recuperação de fontes musicológicas no Brasil
André Guerra Cotta
Arquivo Curt Lange/Biblioteca Central da UFMG, Belo Horizonte, MG.

 

Utilizando o Microsoft Access na cataloga√ß√£o e descri√ß√£o de m√ļsica manuscrita
Fernando Pereira Binder
Projeto Acervo da M√ļsica Brasileira, S√£o Paulo, SP.

 

Por uma nova mentalidade preservacionista: a experiência da Comissão para os Bens Culturais da Igreja Católica no Estado de São Paulo
Jair Mongelli J√ļnior
Arquivo da C√ļria Metropolitana de S√£o Paulo, SP.

 

Arquivo Histórico Monsenhor Horta: estilhaços
José Arnaldo C. de Aguiar Lima
Universidade Federal de Ouro Preto, Mariana, MG.

 

Apresentação do projeto Catálogo de Registros Sonoro-musicais Indígenas do Brasil
Luiz Antonio Pinheiro Martins
Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG.

 

Aspectos editoriais da Sonata para piano de Alberto Nepomuceno
Luiz Guilherme Duro Goldberg
Conservat√≥rio de M√ļsica da Universidade Federal de Pelotas, RS.

 

Afinal, o que é uma edição crítica? Uma reflexão sobre a obra The Critical Editing of Music de James Grier
Marcelo Campos Hazan
Escola de M√ļsica de UFRJ, Rio de Janeiro, RJ.

 

CD-ROM: Catálogo de manuscritos musicais presentes no acervo do maestro Vespasiano Gregório dos Santos
M√°rcio Miranda Pontes
UNI-BH, Belo Horizonte, MG.

 

M√ļsica brasileira em arquivos de alta tecnologia de sistema multim√≠dia
Maurício Mário Monteiro
R√°dio Cultura, S√£o Paulo, SP.

 

O sistema de cataloga√ß√£o do acervo de m√ļsica de Vi√ßosa, MG
Modesto Fl√°vio Chagas Fonseca
Orquestra Filarm√īnica do Esp√≠rito Santo, Vit√≥ria, ES.

 

Arquivos de m√ļsica na Bahia
Pablo Sotuyo Blanco
Doutorando na Escola de M√ļsica da UFBA, Salvador, BA.

 

N√≠veis de organiza√ß√£o da m√ļsica religiosa cat√≥lica nos s√©culos XVIII e XIX
Paulo Castagna
Instituto de Artes da UNESP, S√£o Paulo, SP.

 

Edição musical do repertório brasileiro, italiano e português dos séculos XVIII e XIX
Ricardo Bernardes
Américantiga, São Paulo, SP.

 

Reflex√Ķes sobre arquivos musicais e m√ļsica tradicional na atualidade brasileira
Ros√Ęngela Pereira de Tugny
Escola de M√ļsica da UFMG, Belo Horizonte, MG.

 

Algumas anota√ß√Ķes relativas √† cataloga√ß√£o e √† editora√ß√£o de m√ļsicas do s√©culo XIX
Vanda Lima Bellard Freire
Escola de M√ļsica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, RJ.

 

Particularidades do acervo do Museu da M√ļsica de Mariana: desafios da reorganiza√ß√£o
Vladmir A. Cerqueira ‚Äď Belo Horizonte, MG.
Francisco de Assis Gonzaga da Silva ‚Äď Ouro Preto, MG.
Maria Teresa Gol√ßalves Pereira ‚Äď Mariana, MG.
Maria Jos√© Ferro de Sousa ‚Äď Ouro Preto, MG.
Museu da M√ļsica de Mariana: Projeto Acervo da M√ļsica Brasileira - Restaura√ß√£o e Difus√£o de Partituras.